ACOMPANHAR PUBLICAÇÕES

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Informarketing


Mais do que uma nova forma de fazer o que se sempre se fez, o informarketing será um modelo diferente de fazer coisas novas! Esse é o mais recente conceito que proponho, como estrategista, para sua reflexão e análise. O informarketing não é uma nova roupagem para a tradicional metodologia de se fazer marketing. É, por si só, um conceito de marketing totalmente baseado no domínio e no tratamento inteligente e interativo da informação.

A corrente não é simplesmente uma ferramenta. É uma nova forma de business que integra de maneira racional as facilidades e possibilidades geradas pela tecnologia da informação e o avanço das comunicações à forte concorrência e imposições racionais de resultados impostas atualmente às estratégias de marketing.

A partir desta afirmativa, podemos então definir o informarketing como o sistema de planejamento, gestão e comunicação mercadológico mais adequado às tendências socioeconômicas e culturais que se verificam nos dias de hoje, e que se presumem verdadeiras no futuro próximo. Ele é também o suporte tecnológico e de informação presente na própria empresa e na constelação de stakeholders que a cerca, sendo utilizado pelo marketing de forma dirigida e voltada para resultados imediatos, seja no mundo físico, seja no mundo virtual.

Certamente, no curto prazo, a mídia, rede de comunicação, mais capaz de servir como meio para o exercício do informarketing por uma empresa, será a internet. Mas com a evolução assustadora das capacidades móveis e da convergência digital, celulares, PDAs, TVs, dentre outros meios, são campos abertos para a prática. E, se isso é verdade na internet tradicional, com a Web 2.0 e o consumidor 2.0, a tendência passa a ser verdade exponencial.

Podemos dizer que os mercados atuais operam em equilíbrio dinâmico; ou seja, a cada nova interação entre os agentes operantes se cria um novo patamar de equilíbrio mercadológico, diferente do anterior. A cada degrau, variáveis novas aparecem, novos comportamentos se ascendem, velhos paradigmas ficam para trás. Esse novo mercado não é estático, não é perene e muito menos não tem dono, somente atores. O equilíbrio das forças é derivado direto do poder de cada ator e do poder dos grupos (permanentes ou temporários) formados por esses atores – que representam interesses diversos, modus vivendi e modus operandi diversos. Por isso, é tão dinâmico, tão mais potencialmente democrático e tão atrativo e, ao mesmo tempo, arriscado.

Todos nós sabemos que as redes de informação – que antes estavam confinadas à proximidade física – agora ficaram globais e intermitentes por conta da internet. A grande rede é, no fundo, uma mega arquitetura mutante, pseudo-desorganizada, de computadores, tablets, celulares, smartphones, TVs e demais devices com acesso à rede. O mundo do IP determinará o novo padrão das trocas entre as empresas e seus stakeholders – principalmente clientes e consumidores – sejam essas trocas de informação e recursos, sejam transações mesmo. Aumentam-se assim as possibilidades por enaltecer a instantaneidade e a riqueza informacional. Pesquisar, checar, informar, ofertar, requisitar e comparar são tarefas mais fáceis, mais possíveis a cada ator.

A informação é o recurso básico dessa nova economia, na qual transforma tudo em conteúdo de produtos e conhecimento ao capital financeiro, que migra a todo segundo de transferência eletrônica a transferência eletrônica em formato de informação. Tudo que pode ser transformado em bit pode ser considerado informação.

Esse fluxo infinito de subsídios tem custo relativo baixo e alto valor – valores diferentes para agentes econômicos que não são iguais em momentos e ocasiões diferentes. A informação de valor a um agente é aquela capaz de ser processada, de ser entendida, tratada, trocada e armazenada. Tudo que puder estar online estará. Relógios, roupas, óculos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos... tudo poderá trocar informação, via rede, com os outros devices servindo a outros atores.

Nossa leitura é que as empresas – aparentemente fornecedoras e usuárias dessas informações – agentes de interação pontual com a rede, serão, cada vez mais, nós integrantes online desta rede.

Essa nova empresa hiperdigital terá acesso instantaneamente à informação, captando-a, traduzindo-a, disseminando-a, mas principalmente, criando novos conteúdos, gerando conhecimento, deixando suas pegadas, tornando-se, ela própria, informação. E isso também valerá para o usuário 2.0, artífice desta evolução, que é também o consumidor 2.0, o acionista 2.0, o funcionário 2.0, o ex-funcionário 2.0, o blogueiro 2.0.

Dessa forma, o marketing (as we know it) será informarketing. Quanto mais evoluída a Web (2.0, 3.0, N.0), mais essa tendência se tornará verdade irrefutável. Sem dúvida estamos migrando para essa realidade. E quando isso ocorrer de fato, toda uma nova economia, com novos mercados e com novos valores e práticas brotarão. Muitos dos que hoje dominam, morrerão e terão cumprido seu papel de ponte darwinista mercadológica entre o passado e o futuro. Alguns sobreviverão e, acima de tudo, inúmeros outros nascerão.

Por Daniel Domeneghetti
Leia Mais ››

Cinco coisas que você NUNCA deve dizer em uma negociação

Algumas expressões tiram sua vantagem competitiva na hora de fechar um negócio

Por Epóca Negócios Online

Todo executivo passa algum tempo barganhando, seja com clientes, fornecedores, investidores ou funcionários. Muitos empresários parecem ter, naturalmente, um bom desempenho em uma negociação. Provavelmente, você tem um truque ou dois e algumas frases mágicas que costumam ajudar nessas horas.

Só que ninguém é infalível. As coisas podem dar errado quando acontece um descuido. As dicas abaixo, publicadas no site da revista Inc, ajudam a manter em mente o que nunca pode ser dito para garantir o melhor negócio, com as melhores condições.

1. A palavra "entre" 
Muitas vezes parece razoável estabelecer uma possibilidade de escolha. Com um cliente, isso pode significar dizer “eu posso fazer isso por um preço entre R$ 10 mil e R$ 15mil”. Em uma potencial contratação, você pode se sentir tentado a dizer: “Você pode começar entre 1 de fevereiro e 15 de fevereiro”. Mas esta expressão – e o estabelecimento de que é possível fazer uma escolha – tende a ser o equivalente a uma concessão. E qualquer negociador inteligente com o qual você esteja lidando vai rapidamente escolher o preço mais barato ou o prazo mais distante. Em outras palavras, você automaticamente fez uma concessão sem ganhar nada em troca.

2. “Acho que estamos quase lá” 
Todos já passamos por isso: aquele momento em que se quer tanto fechar um negócio, que acabamos sinalizando ao interlocutor - o equivalente a dizer "estou pronto, vamos seguir em frente". O problema de chegar a esta encruzilhada e anunciar que está lá é que você indicou que o valor de chegar a um acordo é maior do que alcançar o que realmente deseja. Um negociador hábil do outro lado da mesa pode muito bem usar este momento como uma oportunidade para negociar mais concessões. A menos que você consiga encarar a pressão do tempo, você não deve ser o primeiro a apontar que o relógio está girando. Crie você uma situação na qual o interlocutor com quem esteja negociando fique ansioso para finalizar a negociação. Ou, pelo menos, mais ansioso do que você.

3. “Por que você não me dá um número?” 
Muitos acreditam que você nunca deve ser o primeiro em uma negociação a citar um preço. Deixe o outro lado iniciar a licitação, dizem os pensadores, e mais hora menos hora ele será forçado a mostrar sua carta na manga, o que dará uma vantagem a você. Entretanto, pesquisas indicam que o resultado de uma negociação fica muitas vezes mais perto da primeira proposta feita do que o número que a outra parte tinha em mente. Logo, o primeiro número proferido em uma negociação (contanto que não seja ridículo) tem o efeito de "ancorar a conversa." E, por isso, seu papel na negociação pode ser importante. No livro “Negociação”, os autores Adam D. Galinsky da Northwestern Kellogg School of Management e Roderick I. Swaab afirmam: “Descobrimos que o resultado final de uma negociação é afetado pelo fato de o comprador ou o vendedor fazer a primeira oferta. Quando um vendedor faz a primeira oferta, o preço final tende a ser maior do que quando o comprador faz a primeira oferta.” Aprendeu?

4. “A decisão final é minha” 
No início das negociações, alguém normalmente pergunta: “Quem são as pessoas mais importantes do seu lado? Todos nesta sala estão envolvidos na decisão?” Para a maioria dos executivos, a resposta, claro, é sim. No entanto, principalmente nas negociações com organizações maiores, esta pode ser uma armadilha. Você deve estabelecer logo no início da conversa que existe uma autoridade superior, a quem deve consultar antes de bater o martelo. No caso do presidente de uma empresa, esta instância maior pode ser um investidor-chave, um parceiro ou os membros de seu conselho de administração. O ponto é, mesmo quando a decisão é apenas sua, você não quer que os negociadores saibam que você é o responsável pela decisão final. Caso fique "encurralado" na negociação, esta é uma boa desculpa para conseguir um prazo antes de dar sua resposta final. Especialmente em um negócio de alto risco, um prazo de 24 horas para pensar nos termos do negócio pode ser uma (enorme) vantagem estratégica.

5. “Vá se...”
Os negociadores mais experientes não levam nada para o lado pessoal. Eles são imunes a críticas, elogios rasgados e a quaisquer tentativas de provocar um abalo emocional. Como eles parecem impassíveis a todas as situações e pouco impressionados com riscos, eles assumem uma postura que pode deixar os menos experientes irritados. Esta pode ser uma arma eficaz quando se o interlocutor é dono de sua própria empresa ou tende a levar os aspectos de seus negócios de forma muito pessoal. Sempre que negociar, lembre-se que vale a pena manter a calma, nunca demonstrar que uma contra-oferta absurdamente baixa é irritante e que essa tática o deixou perturbado. Use da mesma frieza para enervar seu interlocutor. E se isso causar raiva ou irritação, não use essa vantagem competitiva para atacar. Você pegou para si a vantagem emocional na situação. Agora vá fechar o negócio.

 
Fonte: http://epocanegocios.globo.com/
 
Leia Mais ››

O cliente nem sempre tem razão! Saiba disso como cliente e como gestor

Direcionar seu negócio para um público alvo evita e muito que sua empresa seja considerada inflexível, entenda o por quê nem sempre tudo deve ser feito como o cliente quer.

Por Raphael dos Santos

Nos dias de hoje, tornamos verdade um ditado que diz “o cliente sempre tem razão”, mas será?

O cliente ter sempre razão no seu negócio, seja lá qual for, te coloca em uma situação extremamente de flexibilidade a qualquer preço. E agora com essa verdade “inserida” em sua cabeça os clientes estão cada dia mais exigentes, exigindo coisas que não precisam, não querem e fazem isso automaticamente.

Imagina se algumas marcas de luxo tomassem isso como verdade e resolvessem fazer como os clientes querem, viabilizando a compra parcelada a perder de vista. Será que aumentariam os clientes ou será que perderiam os atuais e desvalorizariam sua marca?

Se você trabalha no setor de serviço isso fica mais evidente. Contratos extremamente bem feitos como nas áreas de TI, são simplesmente ignorados ao final, mudando regras no caminho e ao invés de chamarmos isso de quebras de SLA, chamamos de flexibilidade por parte do cliente para com a empresa. Por que grandes empresas não se deixam “flexibilizar” e cobram multas enormes quando existe a quebra de contrato?

Um serviço bem feito e justificado, não permite que seja colocado preço, prazo ou questionamentos. Quando uma empresa abre as portas pra isso e se coloca (eu disse se coloca) em uma situação de menor barganha ela dá um tiro no próprio pé e ainda chama isso de ser flexível.

Já vi muitas empresas aceitarem que seus clientes paguem com um prazo de 30 dias, quando precisam do dinheiro de forma antecipada para executar o serviço e no fim, por falta de verba entregam com atraso, e o serviço sai abaixo do esperado. A desculpa é: “o mercado é assim, se eu não fizer, outro faz”. Porém em momentos de crise não aceita mais essa forma e como mágica “o mercado” se adapta. Lógico! Eles precisam do seu produto e o mercado é você também, então não crie tendências para o seu mercado.

As empresas tem que entender o valor do seu trabalho e verificar se o que o cliente quer condiz com o que ela espera do cliente. Definir quem é seu cliente é o primeiro passo para a empresa criar consistência e razão de gerir seu negócio da forma que gere. Alguns dizem "qualquer cliente é cliente", porém isso é uma verdade para empresas que não sabem o caminho que seguem. Uma empresa que tem foco no cliente, pode atingir clientes fora do foco, no entanto, ela direciona seu financeiro, marketing e sua qualidade ao cliente que ela determinou como alvo.

Poder de barganha não tem a relação direta com essa questão, estamos falando de criar a tendência. Você pode abrir uma empresa hoje e decidir que todo pagamento será parcelado, porém daqui um ano você decide mudar, veja o que acontecerá com seus clientes.

Saiba conquistar clientes pela qualidade do serviço que os clientes alvos esperam e eles pagarão o preço e como for para ter seu produto/serviço. Ser flexível é visualizar um ponto A e um B ao qual você pode se esticar sem estourar e não aceitar que te movam para qualquer ponto, pois assim você certamente arrebentará um dia.

 
Fonte: administradores.com.br
Leia Mais ››

POSTAGENS MAIS LIDAS

BOMBANDO NO TWITTER

BOMBANDO NO TWITTER