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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Não dá pra forçar a barra em marketing pessoal

Homem de terno se promove com placa na rua


São Paulo - Quando chegava à metade de seu primeiro mandato, no fim de 2010, o presidente americano Barack Obama confessou ao jornal americano The New York Times que um pecado de seu governo era achar que bastava fazer a coisa certa para haver reconhecimento por isso.
“Você não pode negligenciar o marketing e as relações públicas nesse cargo”, disse Obama, que no dia 6 de novembro disputou a reeleição (até o fechamento desta edição, a eleição não tinha sido definida).
Se até o presidente dos Estados Unidos trabalha sua marca, é sinal de que falar sobre as realizações é mesmo quase tão importante quanto fazer bem o trabalho. O grande problema do marketing pessoal feito pelo profissional comum (sem ajuda dos melhores assessores da Casa Branca) é o risco de errar na mão.
Nos corredores das empresas é fácil encontrar quem exagere nas qualidades ao falar de si mesmo na hora errada ou para a pessoa errada. Existem maneiras adequadas e eficientes de falar de suas qualidades e realizações. “Marketing pessoal trata mais de demonstrar habilidades do que de apontá-las”, diz a americana Dorie Clark, que escreve sobre o assunto para publicações como Forbes e Harvard Business Review.
Dorie está concluindo o livro Reinventing You: Define Your Brand, Imagine Your Future (Em uma tradução livre, “Reinventando-se: defina sua marca, imagine seu futuro”), que deve chegar às livrarias americanas ano que vem.
O ponto de partida para um marketing pessoal decente é fazer duas perguntas: 1) Quais são seus pontos fortes?; e 2) Como você é visto por seus colegas de trabalho? No livro que está preparando, Dorie lista os cinco passos para repensar sua marca pessoal — e o interessante é que ela transforma a elaboração de uma estratégia de marca pessoal em um exercício de reflexão sobre a carreira.
Depois de entender como você é visto profissionalmente, é possível seguir as próximas etapas: 3) Como você gostaria de ser visto?; 4) Ressalte seus diferenciais, fazendo uma nova apresentação de si; e, por fim, 5) Prove quais são suas qualidades. “Parte do sucesso da carreira está em fazer bem o trabalho, e parte do trabalho benfeito é mostrar aos outros seu valor”, diz Dorie. 
Essa abordagem tem a vantagem de eliminar o discurso vazio, um dos maiores equívocos que as pessoas cometem quando anunciam suas qualidades. “Não temos credibilidade para falar de nós mesmos”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo. Melhor, nesse caso, comprovar as ações com fatos e informações.
Outro erro é escolher o momento errado para falar de si. “O profissional não pode querer se vender o tempo todo”, diz Anderson Hernandes, especialista em marketing profissional, de São Paulo.
O certo é concentrar-se nas horas em que o assunto é o seu trabalho. A irmã dessa gafe é destinar sua propaganda para a pessoa errada. “É preciso fazer uma leitura das pessoas que precisam de seu conhecimento”, diz Claudia Monari, da Career Center, consultoria de carreira, de São Paulo. 
Renato Panessa, de 30 anos, diretor de alianças da Globalweb, empresa de serviços de TI, de São Paulo, já cometeu erros tentando se aproximar de clientes, como enviar garrafa de vinho a pessoas que não bebem álcool ou ir de terno e gravata em uma reunião à beira-mar. Depois de muito errar, passou a ser mais cuidadoso. “Quando entendo e identifico as preferências das pessoas, a conversa flui e fica mais agradável”, diz Renato. 
Estar atento ao que possa interessar a seu ouvinte e adequar o discurso é fundamental. A tarefa é encontrar naquilo que você faz alguma coisa que possa ajudar seu interlocutor. “Busque pontos em comum e a partir daí comece a construir sua história”, diz Alexandre Conti, de 27 anos, coordenador de projetos da Alta Geotecnia Ambiental, do Rio de Janeiro, que gosta de aproveitar eventos para se apresentar a novas pessoas.
Acima de tudo, é preciso ter um bom trabalho para mostrar e uma história para contar — não existe marketing que sustente uma carreira vazia. Uma frase, que costuma ser atribuída ao publicitário Nizan Guanaes, dono do Grupo ABC, diz que conteúdo sem marketing é burrice e marketing sem conteúdo é picaretagem. Adote-a como regra na próxima vez que for falar de você. 

http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/noticias/apareca-sem-forcar-a-barra
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sábado, 1 de novembro de 2014

Dicas básicas para influenciar pessoas (sem manipulá-las)



Autor americano ensina, em livro, quais as atitudes corretas para fazer mais gente jogar no seu time

Por Talita Abrantes
Independente do setor ou da função, a rotina de todo profissional é permeada por relacionamentos e negociações. Nestes momentos, é essencial saber comunicar bem o que você quer e, principalmente, ter argumentos claros para vender seu ponto de vista.

E no dia a dia, quais as dicas para transmitir a ideia de que vale a pena topas suas ideias ou confiar nas suas percepções. No livro “As 100 melhores ideias para ter o que se quer sem pedir”, o autor americano Richard Templar lista algumas ideias básicas sobre como influenciar pessoas sem manipulá-las:

Defina seus objetivos com precisão

As pessoas só seguem quem tem certeza do caminho e, principalmente, do lugar onde fica a linha da chegada. Quem negocia algo hoje e muda de opinião na manhã seguinte perde a credibilidade e a confiança aos olhos dos outros.

Não é por acaso que o autor do livro dedica três capítulos ao assunto. Segundo ele, é essencial saber o que você quer, os motivos para isso e o nível de prioridade de cada um dos seus objetivos. “Quanto mais claro você for sobre o que deseja, mais fácil será se concentrar nisso”, afirma Templar no livro.

Invista em equilíbrio emocional

Agora, não basta ser firme em suas opiniões e deixar no banco de reservas o equilíbrio emocional. Segundo o especialista, autocontrole deve ser a regra nas negociações formais e informais. “O que atrapalha a objetividade de todas as interações é a emoção. A emoção negativa para ser mais específico”, diz.

“Veja bem, não é uma questão de mostrar as justificativas para seus sentimentos, mas de aguentar aquilo que se deseja”, afirma o autor. Na prática isso significa que não vale, no mínimo, perder a compostura se alguém discordar de você.

Jogar indiretas, fazer chantagem emocional e outros sinais de falta de noção de relacionamentos também devem ser limados da sua conduta.
Não puxe saco. Não seja indiferente

A maneira como você se relaciona com as pessoas que estão ao seu redor pode ser decisiva para como elas irão reagir às suas ideias. Por isso (e não só por isso, claro), é essencial se importar, de verdade, com elas.

“As pessoas ficam muito incomodadas ao serem ignoradas ou desprezadas por alguém (...). Assim, mesmo que não pretenda desrespeitar e só está preocupado, ocupado ou com pressa, certifique-se de que nunca se esquecerá de demonstrar às pessoas que você as notou”, diz.

Na mesma medida que você deve prestar atenção as pessoas, você também não pode endeusá-las. Cuidado para não ganhar a fama de “puxa saco” e “inconveniente”. Elogie, mas sem se afastar da realidade e, principalmente, de quem você é. Segundo o autor, a maneira como você elogia diz muito sobre seus valores e sobre você. “Se for sincero é assim que irá soar. Se estiver inventando parecerá uma lisonja vazia”, afirma o especialista.

A medida é clara: importe-se com as pessoas (de verdade), agradeça quando for merecido, elogie sempre que necessário, seja leal e nunca (nunca mesmo) fale mal pelas costas.

A sua ideia não é a única verdade possível

É essencial ter em mente que, por mais apaixonante que ela seja, a sua visão sobre o mundo não é uma verdade absoluta – muito menos a única maneira de ver as coisas. Por isso, esteja aberto para ouvir outros pontos de vista. E aceitá-los. Sim, nas negociações, nos relacionamentos e na vida corporativa de uma maneira geral ceder é parte essencial do sucesso profissional.

Admitir que errou, dar alguns passos atrás e apoiar ideias alheias – mesmo se opostas às suas em um primeiro momento – é essencial.

Lance hipóteses

Nesta toada, uma dica para não parecer agressivo na sua abordagem e sinalizar seus interesses é lançar hipóteses, segundo o autor. Exemplos: “Se no futuro você precisar de mais um membro da diretoria, seria um prazer me envolver mais” ou “Se a Marina for transferida para o escritório de outra cidade, posso me candidatar à vaga dela?”.

Planeje-se

Na hora de mostrar suas ideias ou fazer um pedido, o planejamento deve ser uma palavra de ordem. Segundo o autor, o pedido deve ser feito do jeito certo e na hora certa. E isso demanda tempo e preparo.

De acordo com ele, é essencial fazer um roteiro da sua abordagem e ensaiá-lo. Trace as rotas possíveis que a discussão pode tomar e quais as suas respostas para cada uma delas. Se alguma coisa sair do script, pense a respeito.

Mas, principalmente, não entregue os pontos apenas para evitar conflitos. Se você está certo do que deseja, seja claro para você sobre isso e defina, previamente.



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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

7 dicas para deixar seu currículo mais atrativo (e conquistar a vaga)

Os processos de seleção são muito dinâmicos e um currículo mal feito pode diminuir e muito as chances do candidato participar das próximas etapas

O fim do ano está aí, e se você planeja mudar de emprego em 2015, é preciso se preparar para os processos seletivos. Para isso, o primeiro passo é caprichar no currículo, já que ele é como um cartão de visitas e será dele que o recrutador tirará as primeiras informações sobre você.

Geralmente os processos de seleção são muito dinâmicos e um currículo mal feito pode diminuir e muito as chances do candidato ser convidado para participar das próximas etapas. Segundo a gestora de recursos humanos e gerente comercial na empresa de recrutamento Perfil Humano RH, Alessandra Vieira Martins, o currículo deve ser redigido de forma clara e objetiva.


“Para garantir oportunidades de entrevistas basta preparar um currículo simples, com informações verdadeiras e bem elaborado”. Confira abaixo como fazer um bom currículo, segundo Alessandra:

Aparência é tão importante quanto o conteúdo. Para a gestora, as informações mais importantes, como educação, experiência e qualidades precisam ficar em destaque de forma objetiva. Para facilitar a boa leitura, organize as informações de forma cronológica, fazendo com que o recrutador identifique facilmente as informações.

Separe as informações. Assim como a forma cronológica, separe as informações pessoais da formação e experiência profissional. “Vale a pena destacar o seu objetivo, para que a empresa avalie se está de acordo com suas necessidades para a vaga em questão”, acrescenta Alessandra.

Informe onde mora. Não precisa colocar o endereço, mas é importante evidenciar o bairro onde mora na parte das informações pessoais. Parece muita informação, mas muitas empresas dão preferência para candidatos que morem perto. Se o bairro não for muito conhecido, vale destacar a região, facilitando a análise do recrutador.

Descarte informações desnecessárias para a ocasião. Algumas pessoas colocam informações como o RG, CPF ou até cursos não ligados à carreira, mas isso não é importante num primeiro momento. “Informações como data de nascimento ou idade são bem mais relevantes, porque mostra em que estágio da vida o candidato se encontra.”

Detalhado, porém sem excesso. Falta de informações ou informações incompletas (como informar algum curso sem datá-lo ou colocar a instituição de ensino em que foi realizado) podem dificultar o entendimento do selecionador e as chances dele chamá-lo cai. Segundo Alessandra, um currículo detalhado atrai muito mais a atenção do selecionador do que um que apresente apenas o nome da empresa e o cargo em que a pessoa ocupava. Mas cuidado com os excessos, não faça de seu currículo uma biografia. Deixe no máximo, duas folhas.

Não minta (nunca). Outro fator que complica e muito a vida dos candidatos é colocar no currículo informações que não são verdadeiras. A veracidade das informações serão checadas, então não vale a pena lotar o currículo de falsas informações na tentativa de chamar atenção. Mesmo que o recrutador não tenha o cuidado de checar, as mentiras certamente aparecerão no dia a dia do trabalho.

Leve o currículo impresso na entrevista. É simpático levar o currículo impresso na entrevista. Isso demonstra atenção e interesse. Entretanto, tome muito cuidado para não dobrar, sujar ou amassar o documento. Coloque-o num envelope. Nesse momento, outro fator decisivo é pesquisar sobre a empresa. “Demonstrar conhecimento sobre o seu futuro empregador é o primeiro passo para despertar a atenção do recrutador. Boa sorte!”

 
Fonte: www.infomoney.com.br
 
 
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terça-feira, 28 de outubro de 2014

4 coisas que você não deve colocar em seu currículo

Está fazendo o seu currículo? Confira algumas coisas que não são considerados essenciais para um currículo e podem atrapalhar na hora de conseguir um emprego


 Os currículos devem ser consistentes e objetivos evitando passar informações que não estão relacionadas diretamente com a vaga que se está concorrendo ou um curso em outra área. Confira a seguir algumas dicas para desenvolver melhor esta parte de seu currículo:

 1. Mentiras
 Se você não tem um determinado conhecimento, nem pense em colocar essa informação em seu currículo. Independentemente do motivo, as mentiras em um currículo podem ter consequências graves. Se você acha que está faltando algo, a ideia é procurar desenvolver novas habilidades.

 2. Graus avançados sem experiência
 Se o seu inglês não é avançado, não existem motivos para colocar isso no seu currículo. Na hora da entrevista, o recrutador pode se interessar nas habilidades descritas e você pode não saber o que responder. Para evitar essas situações constrangedoras, a dica é escrever somente as suas verdadeiras competências.

 3. Datas erradas
 Colocar o ano de conclusão de curso é muito importante para um recrutador. A partir dessas datas, ele pode fazer questionamentos específicos ou não. A dica é listar todos os seus cursos colocando todas as datas de início e conclusão de curso.

 4. Não listar os seus antigos empregos
 Você precisa colocar todos os seus antigos empregos para mostrar que tem experiência e, principalmente, recomendação de seus últimos empregadores. A ideia é mostrar que você está preparado para assumir o cargo.

Wallace Oliveira Cruz


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Carreira – Sua marca pessoal não tem preço


Em época de bilhões de pessoas e trilhões de informações e em velocidade cada vez maior, como conseguir deixar um sinal pessoal de sua existência e de suas ideias na web?
O primeiro passo é saber quem você é e fazer de seu nome uma marca pessoal. Criar uma assinatura pessoal é fundamental para ser reconhecido e identificado por seu trabalho, carreira, projetos ou coisas feitas por você. Seja empreendedor ou empresário, empregado ou autônomo, profissional, artista, artesão, qualquer pessoa precisa de uma identidade única.
A árdua tarefa de construção da marca pessoal é fundamental para ter certeza de que seu trabalho seja reconhecido e valorizado. Seguem algumas dicas para criar e consolidar essa identidade digital:

Seu nome é sua melhor identidade

Aquilo que você escolher como assinatura  pode ficar associado a você para sempre. Nome real ou pseudônimo, faça uma única escolha e não mude mais. Na hora de fazer seu plano de marketing pessoal na Internet, dedique um tempo especial a esta fase. Em tempos digitais ter que alterar algo significa recomeçar tudo ou perder um significativo tempo.

Trabalho lento e a longo prazo

A não ser que você seja ou se torne uma celebridade ou alguém famoso, sua reputação será resultado de muito esforço. Um pouco de guerrilha, de insistência, de constância. Para conhecer e ser conhecido, é preciso tempo e esforço. A curto prazo não se consegue algo duradouro e muito menos que realmente valha a pena.
Para sua carreira a marca pessoal não tem preço
Carreira – A marca pessoal não tem preço

Seu cartão de visita é você

Muito mais do que o cartão que você entrega, e-mail ou celular, vale sua apresentação e postura. Como você reage, olha e se comporta. O olho no olho faz a primeira impressão e como você se comporta e se comunica vai definir um perfil de personalidade. Nada substitui este contato pessoal.

Conexões e valor

Por mais ampla e diversificada que você consiga tornar sua cadeia de contatos, profissionais ou pessoais, seguidores e leitores, saiba que ela é virtual e não real. Mesmo no mundo online, filtre e selecione aqueles que dialogam com você no mesmo nível, trocando informações e interagindo de forma positiva. Sua rede mais confiável será sempre formada pelas pessoas mais próximas, com quem você fala ou tem contato diretamente.

Seu conteúdo, sua verdade

Mais do que nunca, você é o que diz, o que escreve, o que lê, o que comenta e o que divulga. Seja uma frase, texto, foto, vídeo ou texto na web as coisas perduram e você pode se arrepender de alguma atitude impensada. Como sua própria vida  e suas atitudes, seu conteúdo é de sua responsabilidade. Procure também o equilíbrio entre pessoal e profissional.

Foco e energia

Dúvidas e imprevistos sempre surgem, mas nesta longa jornada tem vantagem quem sabe o que quer e consegue se manter no trilho. Concentre seu foco naquilo que você realmente gosta ou sabe. Outros caminhos sempre existem dentro dos próprios caminhos, mas o pior é adiar decisões ou não decidir. Não se esqueça que em termos de web, tudo tem um preço.

Siga seus próprios ideais

Nunca esqueça daqueles ideais e sonhos que ficaram para trás, mas que definiram e ainda mostram quem você é. Eles podem ser a melhor referência nas horas de desespero, desânimo e vazio existencial. Ser fiel a si mesmo é também reconhecer erros, se autocriticar , saber recomeçar e evoluir.
Fonte:http://www.marketingpessoal.net.br/carreira-marca-pessoal-nao-tem-preco/
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

3 dicas para procurar um emprego através do Twitter

O #Twitter é uma rede fácil de usar e você pode procurar emprego através do mesmo. Confira 3 dicas de como ele pode ser útil para a sua busca


O Twitter é uma rede social com mais de 500 milhões de usuários registrados, portanto é ótimo para construir o seu networking. Existem alguns fatos que podem te ajudar na hora de procurar um emprego, uma vez que cada vez mais recrutadores buscam as redes sociais para conhecer um possível candidato. É por isso que é preciso tomar cuidado com o conteúdo disponibilizado e manter uma imagem profissional e ética nas redes sociais.

Confira 3 dicas para procurar um emprego através do Twitter.
 
1. Poste tweets interessantes

O conteúdo que você posta no Twitter diz muito sobre a sua vida profissional. Tente comentar artigos relacionados à sua profissão e utilizar hashtags que facilitem o encontro da sua página. Fuja dos tweets desnecessários como "Estou preso no trânsito" e "Acabei de chegar em casa".

2. Salvar termos de busca

O Twitter permite que você salve termos de busca que podem ser visualizados pelos seus seguidores. Para ajudar na sua busca por emprego, salve termos como, por exemplo, "#empregojornalismo,"#empregocomunicação"ou "#empregomarketing" . Tente especificar a vaga que você busca ao invés de utilizar o famoso "#buscadeemprego".

3. Escreva uma boa biografia

A sua biografia é o que os usuários e recrutadores vão ler para verificar se você é uma pessoa que vale a pena ser seguida. Desenvolva uma biografia simples e objetiva, que mostre que você é um profissional competente e eficiente. Mantenha o foco nas palavras chaves que vão fazer com que as pessoas prestem atenção na sua página. 


Fonte:http://jornalonlinedopovo.blogspot.com.br/2014/10/3-dicas-para-procurar-um-emprego.html
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Questões do Enem de artes e línguas estrangeiras exigem interpretação

Para professores da área de linguagens, alunos precisam focar nos textos.

Disciplinas de artes e língua estão inseridas na prova de códigos e linguagens.




Espanhol
Segundo o professor de espanhol Jesiel do Lima, a prova de língua estrangeira do Enem não tem um conteúdo específico, pois abrange assuntos textuais. "O aluno hoje tem que gostar muito de ler e estar informado dos fatos especialmente na América Latina para responder as questões que são de interpretação", contou.
Professor de espanhol destacou a importância da interpretação dos textos (Foto: Catarina Costa / G1)Professor de espanhol destacou a importância da
interpretação dos textos (Foto: Catarina Costa / G1)
Para o docente, o modelo do exame não desvalorizou a gramática que passou a cair de forma indireta, especialmente quando se trata de conjunções.
"O candidato tem que focar em textos, identificar as palavras chaves, saber a função da conjunção, ficar atento com os falsos amigos, que são palavras parecidas com o português e que têm outros signficados. O estudante precisa entender o contexto em que a palavra está inserida, especialmente nas charges", frisou.
Professor de inglês destacou o hábito da leitura para boa interpretação (Foto: Gustavo Almeida/G1)Professor de inglês destacou o hábito da leitura
para boa interpretação (Foto: Gustavo Almeida/G1)
Inglês
Já na prova de inglês, a professora Liana Marques ressalta que o Enem costuma trazer apenas cinco questões relacionadas às diversidades linguística e cultural. De acordo com a docente, as alternativas são abordadas através de trecho de um poema, uma música, charge ou tema motivacional.
Professora lembra que artes é um código visual (Foto: Gustavo Almeida/G1)Professora lembra que artes é um código visual
(Foto: Gustavo Almeida/G1)
Para Liana Marques, o aluno que tem o hábito da leitura está dentro da concorrência. Segundo ela, muitas vezes o estudante entende o texto em inglês, mas faz a interpretação em português de forma errada. "Dificilmente acontece duas questões para um mesmo texto. O exame cobra principalmente a interpretação e como exercício o estudante tem que ler todo tipo de informação. Com a interdisciplinariedade o aluno precisa saber sobre atualidade, além da gramática", frisou.
No estudo da língua inglesa, a professora destaca a variação linguística cobrada dentro do contexto, como preposição, tempos verbais, voz passiva, discurso direto e indireto, artigos. "São questões interpretativas, não é que a gramática deixou de cair, ela agora é abordada de outra maneira e o aluno precisa estar atualizado", contou.
Artes
A professora Socorro Lopes lembra que o Enem costuma trazer questões com figuras artísticas e para responder a interpretação por parte do candidato é fundamental. "A arte é trabalhada na prova de modo meramente interpretativo. Trata-se de um código visual e o aluno precisa estar preparado para interpretá-lo", pontuou.
A educadora lembra aos estudantes que a arte é história e que ela marca todo o processo evolutivo da humanidade, dos primórdios até a contemporaneidade. Para ela, o estudante precisa ter um conhecimento básico dos estilos e das tendências artísticas que foram contempladas pelo homem em cada fase da história da arte.
"O aluno precisa ter uma visão conceitual da arte, além de saber ler as figuras apresentadas. Se ele souber fazer a leitura de um código visual, saberá desenvolver um conceito correto numa questão do Enem”, disse a docente.
Fonte: G1


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